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O TABLADO

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segunda à sexta: 14:30 - 19:30 e às terças também pela manhã: 9:00h às 10:30h

O Tablado

Marco André Nunes

Ator, diretor e professor de Teatro. Sua história com O Tablado é antiga, atuou nos espetáculos Tribobó City, 1988, O Diamante do Grão Mogol, 1993, e Pluft, o fantasminha, 1995, com texto e direção de Maria Clara Machado.

 

Desde 2005, é diretor d’Àquela Companhia de Teatro, grupo de artistas oriundos da Uni-Rio, O Tablado e Escola de Circo, onde procura desenvolver uma linguagem cênica própria através da pesquisa dos meios expressivos e da constante procura do sentido da arte em nossos dias.

 

Iniciou sua carreira de diretor em 2004, dirigindo o espetáculo O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind, no teatro Gláucio Gill; Projeto K, texto de Walter Daguerre, espetáculo baseado na vida e obra de Franz Kafka, 2005, Espaço Sesc e Teatro Planetário, indicado ao Prêmio Shell nas categorias Texto e Iluminação; Sub:Werther, pelo Prêmio Funarte de Teatro, texto de Walter Daguerre, um estudo cênico sobre o amor no mundo contemporâneo tendo como base Os Sofrimentos do jovem Werther, de Goethe e Fragmento de um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, 2006, Teatro Planetário; Lobo N1 [a estepe], pelo Prêmio Myrian Muniz 2008, texto de Walter Daguerre e Pedro Kosovski, a partir do Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, com Ricardo Blat, Meteus Solano e Gregório Duvivier, 2008, Espaço SESC e Teatro O Tablado; e Ingrid, de Fidelys Fraga, inspirado na vida da senadora colombiana Ingrid Betancourt, com Carolina Virgues, Espaço Sérgio Porto, Porão do CCBB/ Brasília e Palco Giratório/SESC; Malentendido, de Albert Camus, 2009, Espaço SESC, Teatro Planetário, Palco Giratório/SESC em diversos estados. Do Artista Quando Jovem, pelo Prêmio Myrian Muniz, texto de Pedro Kosovski, sobre a obra de James Joyce, 2010, Espaço SESC e Teatro O Tablado. OUTSIDE:Um Musical Noir, texto de Pedro Kosovski, inspirado no universo artístico de David Bowie, com Letícia Spiller , André Mattos e George Sauma, 2011, no Teatro Tom Jobim, com 2 indicações ao Prêmio Shell, 5 indicações ao Prêmio APTR , 3 indicações ao Prêmio Questão de Crítica, 9 indicações ao Pêmio FITA, 2 indicações ao Prêmio Qualidade Brasil. Cara de Cavalo, texto de Pedro Kosovski, 2012, Espaço SESC e Galpão das Artes do Teatro Tom Jobim, com 1 indicação ao Prêmio Shell e 4 indicações ao Prêmio Questão de Crítica.

 

Em 2008, a convite da FUNARJ, Aquela Companhia o Teatro ocupou o teatro Gláucio Gill com apresentação do repertório do grupo e promovendo leituras dramatizadas de textos inéditos de jovens autores, apresentações de solos, performances, shows de música contemporânea, oficinas e workshops.

 

Escreveu e dirigiu o curta-metragem Bala na Marca do Pênalti, com Enrique Diaz , Bruno Garcia e Nildo Parente, premiado como melhor roteiro no Concurso da Rio Filme 2000.

 

Como ator, participou de mais de 30 espetáculos, dentre eles: Catástrofe e Construtores de Império, de Roberto Alvim; Bailei na Curva, de Paulo Reis; Minha alma é imortal e Noite de Todas as Ceias, de Jefferson Miranda; O Burguês Ridículo, de Guel Arraes e João Falcão e Disk Ofensa, de Bruno Garcia.