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O TABLADO

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O Tablado

Cacá Mourthé

Cacá Mourthé é envolvida no meio teatral desde muito pequena.

Iniciou sua carreira artística no teatro O Tablado, inicialmente como aluna

de Maria Clara Machado, sua tia, e de vários professores da casa. Foi a

partir desta época, que demonstrou sua enorme capacidade e talento para as

artes cênicas, em especial para direção teatral. Durante dez anos, foi

assistente de direção de Maria Clara Machado, o que fez com que Clara a

elegesse sua principal sucessora, sendo a única a dirigir seus textos enquanto viva. Assumiu a função de Diretora-artística do Teatro O Tablado em 2003.

 

Desde 1976, vem exercendo atividades de ensino em instituições

tais como: Atelier Hélio Rodrigues, Instituto Abel, Faculdade da Cidade e ministra curso de teatro n’O Tablado desde 1980.

 

Trabalhou durante quatorze anos no Museu do Telefone, como diretora e autora da peça Tudo por um fio, que conta a história do inventor do telefone, atingindo um enorme sucesso de público durante os 14 anos em que o espetáculo permaneceu em cartaz.

Como autora, tem três textos em parceria com Maria Clara Machado: Passo a Passo no Paço Imperial, peça itinerante que conta a história do Brasil Imperial. Sob sua direção, o texto foi encenado em 1993 e 2004, no Paço Imperial. Tudo por um Fio (a história do Graham Bell) e Jonas e a Baleia. Conjuntamente com Domingos de Oliveira, Clarice Niskier, Priscila Rozembaum e Dedina Bernardelli, escreveu as

peças: As Mulheres de Trinta e Mulheres de Quarenta, ambas com enorme sucesso no Brasil, América Latina e Europa.

 

Como atriz, participou de inúmeras peças, com especial destaque para: Pluft, o Fantasminha, de Maria Clara Machado, no papel de Pluft, 1977; Leonce e Lena, de Georg Büchner, com direção de Luís Antonio Martinez Correa, 1982; As Mulheres de Trinta, 1992, e Mulheres de Quarenta, 2003, ambas com direção de Domingos de Oliveira.

No cinema, destacam-se: O Cavalinho Azul, direção de Eduardo Escorel, 1984; Referências de Ricardo Bravo, 1988; Uma Rosa é uma Rosa, de Luiz Eduardo Reis, 1989; e Feminices, de Domingos de Oliveira, 2005. Em 2015, escreveu o roteiro do filme Pluft com José Lavigne e Rosane Svartman (ainda em processo de filmagem).

 

Como diretora, Cacá Mourthé desenvolveu diversos trabalhos

considerados importantes na cultura brasileira e carioca, destacamos: A

Menina e o Vento, 1989, Prêmio Coca-Cola de Melhor Coreografia; Passo a

Passo no Paço Imperial, 1993, Prêmio Mambembe de Melhor Direção e Prêmio

Coca-Cola de Melhor Direção; A Bela Adormecida, 1996, Prêmio Mambembe Os

Cinco Melhores Espetáculos do Ano, Prêmio Mambembe de Melhor Cenário; A

Verdadeira História da Gata Borralheira, 1997, Prêmio Mambembe Os Cinco

Melhores Espetáculos do Ano; Pluft, o Fantasminha, 2003, sucesso absoluto

de público; O Alfaiate do Rei, 2004 e 2005; O Dragão Verde, 2007, Prêmio Zilka Salaberry Melhor Espetáculo; O Cavalinho Azul, 2009, indicado ao

Prêmio de Melhor Ator; dentre outros trabalhos de grande repercussão. Inovou

com imagens 3D ao apresentar A Menina e o Vento, 2012, e A Viagem de

Clarinha, peça itinerante e interativa para crianças, adultos e

pré-adolescentes, 2013.

Em 2014, A Bruxinha que era Boa, Os Saltimbancos e Pluft, o Fantasminha ganharam os palcos sob sua direção.

Em 2016, dirigiu a peça TãoTão que teve 12 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, sendo uma delas de melhor Direção. Este espetáculo ganhou 4 das 12 indicações: Adereço, Coreografia, Texto original e Visagismo.

 

Na TV Educativa, levou ao ar O Boi e o Burro a caminho de Belém, direção de Maurício Sherman, 1976; e O Menino Maluquinho, direção de César Rodrigues, 2006. Na TV Manchete, O Rapto das Cebolinhas, direção de Sergio Cruz, 1984. Na TV Globo, participou na novela Um Sonho a Mais, direção de Roberto Talma, 1985.

 

Para aprimorar seus conhecimentos não hesitou, em fevereiro de 2000,estudou na Academia Russa de Arte Teatral – Gitis, curso Os fundamentos do método de Stanislavski, com o professor Valentin Vassilyevitch Teplyakov.